Publicado por: BigCareer | Outubro 13, 2009

Análise: Divine Divinity (PC)

Game: Divine Divinity
Plataforma: PC
Gênero: RPG dos bons
Ano: 2002
Produtora: Larian Studios

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Asa torta do caralho.

O ano era 2002, dois anos após o lançamento de dois dos RPGs mais fodas já lançados para PC: Diablo II, RPG hack n’ slash com ação desenfreada e Baldur’s Gate II, RPG open-ended no estilo D&D com muitos diálogos e missões. Eis que em 2002, a Larian Studios resolver reunir o melhor dos 2 mundos num único jogo: Divine Divinity (Divindade Divina, ou sei lá que caralho eles quiseram dizer com isso¬¬).

O que aconteceu? Nada, já que a produtora era desconhecida e os outros jogos citados tinham marketing infinitamente maior. Sendo assim, Divine Divinity caiu na obscuridade…

Acontece que eu baixei adquiri este game recentemente e senti que ele necesitava de um pouco mais de reconhecimento, portanto clica ali no “leia mais” pra ler os resto da parada!

O jogo logo de cara lembra Diablo, tanto pelas letras e pelos menus, quanto pelas classes do personagens: são praticamente as mesmas do Diablo 1. Divine Divinity segue um pouco o sistema de progressão do personagem do primeiro Diablo (abolido no segundo) no qual, independente da tua classe, tu pode aprender todas as skills existentes no jogo, tornando mais livre o desenvolvimento do personagem. Eu, particularmente, achei isso do caralho.

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Não se iluda, são apenas 3 classes. Eles dividiram entre homens e mulheres pra parecer que tinha mais. Pilantras!

O jogo começa de modo extremamente inovador: tu acordas, não lembras quem tu é e nem onde estás. WOW!

Enfim, não vou revelar mais detalhes sobre a história porque ainda não joguei o suficiente para não revelar as surpresas que estão por vir!

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Foto nitidamente inserida para encher linguiça. Prossiga a leitura.

Enfim, logo quando tu acordas e exploras um pouquinho a casa onde tu tá, percebem-se os elementos de Baldur’s Gate: aparece um velho e logo abre uma caixa de diálogo com opções de diálogo. O jogo prossegue contigo conversando com os personagens para prosseguir, cumprindo missões, explorando dungeons, matando bichos e lootando a lot (caralho, curti essa)! Por falar em loot, os itens também se assemelham bastante a Diablo, tendo aquele sistema de itens randômicos com nomes do tipo “Cracked Short Sword” ou “Well-Made Scythe”.

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Equipamentos e poçõezinhas a lá Diablo.

Outro aspecto interessante, herdado de Baldur’s Gate é a moralidade afetando as relações do teu personagem com os NPCs. Tu tens uma reputação geral e relações individuais com cada NPC que podem gerar diferentes diálogos e influenciar nos preços na hora de comprar/vender mercadorias.

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É dia de feira, quarta-feira, sexta-feira, não importa a feira; é dia de feira, quem quiser pode chegar.

Os gráficos são do nível dos próprios Diablo e Baldur’s, mas o jogo lançou 2 anos depois, então grandes merda.

A tilha sonora lembra bastante a de Diablo, apesar de não ser tão foda quanto. Li na Wikipedia que ela foi composta por Kirill Pokrovsky, mas não sei quem é esse Zé Roela.

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Screen mais rox que achei no Google

Portanto.

Curiosidades:

- O jogo teve uma sequencia, Beyond Divinity, lançado em 2004 (é tido como um spin-of) e tem outra planejada para o fim deste ano: Divine 2: Ego Draconis.

- O ator Roussel Crowe (Gladiador) faz a dublagem do protagonista.

- A Larian Studios é uma produtora belga.

- A 2ª curiosidade eu que inventei ^_^

Gráficos:
OST:
Jogabilidade:
Gameplay:
Diversão:
Geral:


Respostas

  1. Que porra de notas são essas õ_o

  2. Resumindo, é um diablo com humanos na idade média?

  3. Parece ser legal.


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