Análise: Assault Suits Valken (Super NES)

Game: Assault Suits Valken (J) / Cybernator (U)
Plataforma: Super Nintendo / Playstation 2 (remake)
Gênero: Shooter
Ano: 1992 (J) / 1993 (U/E)
Produtora: NCS Corp.

Capa da versão japa

Capa da versão japa

Capa da versão ocidental

Capa da versão ocidental

Ixtorinha:
Game que conta a jornada de um robô gigante que é controlado por um soldado da marinha,  Jake,  que fundou a corporação Assault Suit e pilota o robozão pra encarar na porrada e no pipoco o que vier. Jake não luta por patriotismo, apenas por sua honra de soldado que vai á luta. Não se sabe como começou a guerra mas a luta é pela defesa do combustível fóssil escasso que está sendo disputado, assim como os direitos territoriais sobre a lua. “Ah,  cacete.. então faz sentido começar no espaço e talz!”. Nãaaaao… :PP

Com vocês, a estrela do game!

Com vocês, a estrela do game!

A treta começa no espaço não só porque os produtores quiseram, mas por que lá (os astronautas vão pelo céu, capturando os planeetaas…) está algo realmente ameaçador !!
Lá no espaço estão bases, espaçonaves de guerra com estoque de máquinas além de tropas para proteger a lua e principalmente a Ark Nova, base central inimiga.

Invandindo a Ark Nova. Opa, opa, circulando...

Invandindo a Ark Nova. Opa, opa, circulando...

In game:
O game é considerado difícil, mas com save state um bom treino nada será impossível aqui. No início, você dispõe do tiro normal (Vulcan) e do SOCO do bichin. Ao longo do game você pega mais armas, e todas as armas tem até 3 níveis para evoluir. Elas evoluem com os itens que tu cata muito pelo jogo chamados Power Ups (um “P” que geralmente está dentro de caixinhas).

O Power Up que evolui tua arma

O Power Up que evolui tua arma

Aí como é jogo japa, esse esquema de evoluir as armas é tipo evoluir um char em RPG, ela tem certa quantidade de experiência até chegar no próximo nível. Quando uma arma muda de nível ela varia. Por exemplo, a Vulcan aumenta o poder e o tiro vai ficando mais grosso, já o Míssil vira teleguiado, o Laser engrossa e toma mais espaço de alcance, e por aí vai.

Sente o grosso do meu laser, chefe fdp

Sente o grosso do meu laser, chefe fdp

Mas se tu é um engraçadinho e curte fazer tudo na base da manha aqui tem um belo dum cheat;  passe da primeira fase sem destruir NADA, a não ser o chefe e você ganha de grátis a partir da segunda fase a arma mais foda do jogo, e com munição infinita ainda. Quer mais?

Outros itens que você encontrará nas caixinhas são o “H”, que recupera parte pequena da barra de energia e o “W”, que é arma nova! Um dos motivos pelo qual o jogo é considerado difícil é o fato de ter apenas 3 continues. O robô possui um escudo para se defender dos golpes, mas não é possível usar nas fases onde ele voa e nessas fases, sua agilidade mental conta como recurso de salve-se quem puder.

Segundo chefe já de cara vem pra te estuprar até perder o pinto

Segundo chefe já de cara vem pra te estuprar até perder o pinto

O gráfico não chega a ser o maior atrativo do game. Contém muitas cenas de explosões bem delirantes que faz com que você queira ficar explodindo as paradas a toda hora.

Mandando tudo pro inferno

Mandando tudo pro inferno

Trilha sonora:
Trilha de bom gosto, músicas contagiantes (principalmente a da terceira fase ^^) e sons de efeitos deveras realísticos com sons de explosões, tiros, laser, barulho do escudo, etc.

Controle:
O controle é simples e bem distrubuído; Esquerda e direita controlam o robô, cima e baixo controlam a posição do canhão atirador, Y atira/dá porrada, B pula (segurando voa por um tempinho limitado), A corre (por um tempinho limitado também), X troca a arma, L faz nada, R aciona o escudo, Start pausa e mostra o mapa (controle do SNES).

Quase um filme de bang bang

Quase um filme de bang bang

Algumas curiosidades:

– A série começou no Mega Drive, com o Assault Suit Leynos que na verdade se passa 10 anos depois de Valken. Tanto Leynoss como Valken tiveram continuações;
Assault Suit Leynos II para Sega Saturn e Assault Suit Valken II para Playstation. A continuação de Valken é, desta vez, em forma de estratégia e não saiu do Japão.

– Moedinha número 1 do Max Carnage aqui, ou seja, meu primeiro game de todos ^^ (Ok, grandes merda, curiosidade de cu é rola heim..)

– O jogo tem dois finais, um bom e um ruim. O bom, eu não vou contar ^^’ sorry, no spoilers.. jogue! O ruim, também não vou contar. Mesmo se tiver afim de ver e não tiver saco pra jogar, assista no youtube que lá tem os dois.

– A versão ocidental, Cybernator, ganhou algumas censuras como o diálogo do suicídio do presidente das forças inimigas após a derrota e além disso, não mostra as fotos da galera que dialoga ¬¬’ além de alguns diálogos mais folgados da versão japa. Enfim, viadagem comum do ocidente..
Vocês devem estar se perguntando onde consegui essa magnífica versão em inglês do jogo. Pois bem, a galera correria do Aeon Genesis fez o path de tradução e você pode baixar aqui .

– Em 2004 um remake foi feito para PS2. Muda o gráfico (agora é um 2D diferente) e alguns diálogos foram alterados ou adicionados. Além disso o jogo tem uma “fase” introdutória e no geral ficou bem mais difícil com poucos Energy Power disponíveis (pra Masaya pimenta no cu dos outros é refresco…).

Graficos star-color1star-color1star-color1star-color1star-grey1
OST star-color1star-color1star-color1star-color1star-grey1
Jogabilidade star-color1star-color1star-color1star-grey1star-grey1
Gameplay star-color1star-color1star-color1star-color1star-grey1
Diversão star-color1star-color1star-color1star-color1star-color1
Geral star-color1star-color1star-color1star-color1star-grey1

5 Responses to Análise: Assault Suits Valken (Super NES)

  1. Lui disse:

    Boa review. Vou baixar a versão do Ps2.
    ;D~

  2. Eduardo disse:

    O que precisa fazer pra terminar o jogo com final ruim?
    Ótimo review, esse game também foi um dos primeiros que joguei do snes.

    Abraços

  3. FrankCastle disse:

    Parabéns pelo Review!

    Não sei se você jogou ele no console, eu tenho a versão americana (Cybernator) até hoje. É difícil pra caramba, até hoje não terminei. Não gosto muito de emuladores, pois além de preferir jogar no console (sim ainda tenho meu SNES e o Cartucho original), acho que nos emuladores fica muito fácil e perde muito do desafio. Mas eles são, sem dúvida, uma ótima forma de o pessoal que não viveu a época dos 16 bits, conhecerem os jogos clássicos.

    Uma das fases que mais gosto é aquela que o robô vai entrando na atmosfera da terra, muito foda.

    Recomendo também este outro review de um jogo parecido:

    http://www.nowloading.com.br/start-pausa-17

  4. Daniel Santos Moraes disse:

    Vlw! Ótima análise!

  5. Chrno Spirit disse:

    Bem interessante, fecho sempre esse jogo, não é enjoativo, mas nunca tinha conseguido entender a história dele, tinha o cartucho quando era pequeno…

    …E o botão L serve para travar o robo, você pode atirar andando de costas, muito útil para as fases sem gravidade.

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