Análise: The Elder Scrolls IV: Oblivion (Xbox 360)

Game: The Elder Scrolls IV: Oblivion
Plataforma: Xbox 360
Gênero: Action-Rpg
Ano: 2006
Produtora: Bethesda

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Lembra dos Cavaleiros Que Dizem Ni do filme Cálice Sagrado do Monty Python? Tanto faz, eles não aparecem nesse jogo. Oblivion é o quarto capítulo da série The Elder Scrolls, que até então era desconhecida para 90% das pessoas. Inclusive eu, então não posso falar de evolução da série. Mas enfim, pra quem não conhece, é uma série de RPGs no naipe de Baldur’s Gate e Neverwinter Nights, com o diferencial de ser jogado em primeira pessoa. Ou seja, nada de elfas com cabelo azul, combates em turno ou linearidade por aqui. O negócio aqui é Dungeons & Dragons em tempo real e com várias decisões para tomar ao longo da trama.

No começo do jogo, assim como na maioria dos jogos do gênero, tu crias o teu personagem. Existem diversas raças, cada uma com suas características, vantagens e desvantagens. Tem vários tipos de humanos, elfos, orcs e até répeteis e felinos. As opções para customizar o rosto do personagem são vastas, mas no fim das contas ele fica sempre feio. Foda-se, o jogo é em primeira pessoa.

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O jogo começa com o teu personagem na prisão. Pois eis que o imperador Uriel Septim e sua guarda pessoal adentram a tua cela e ele te diz “você é aquele dos meus sonhos”. Apesar do jogo ter opções de diálogo, a opção “Are you fucking gay?! I’m straight, you dumbass!” não existe. O imperador explica que toda a família dele tá sendo assassinada e ele será o próximo e único jeito dele fugir é por uma passagem secreta que convenientemente se encontra dentro da tua cela. O rei e seus guardas fogem, e tu, que não é bobo nem nada, também. Após seguir um longo caminho por umas cavernas xexelentas cheia de ratos (não esqueça de usar uma tocha pra não ficar andando no escuro que nem eu fiz ¬¬), tu encontra o rei e vê ele sendo assassinado. Antes de morrer, o rei diz que tu tens que encontrar um filho bastardo dele, porque ele é o único herdeiro e só ele pode impedir os Daedra Knights of the Capeta (os felodaputa que mataram o rei) de dominar o reino. Ele explica que os Daedra do caralho lá vem do reino de Oblivion através de portais que tão se abrindo pelo mundo.

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Uriel Septim, o imperador sevandija

Nesse momento também, um guardinha proxeneta te pergunta sob qual estrela tu nasceu e qual a tua classe. A estrela dará algum acrécimo nos atributos do personagem ou dará alguma magia que pode ser usada uma vez por dia. Já na classe, existem várias, sendo que cada uma tem foco em combate, magia ou stealth. Não satisfeito com a variedade de classes para escolher, tu pode criar a tua própria, escolhendo o foco (combate, magia ou stealth) e as 7 major skills. Saindo finalmente dali, tu pode seguir a missão que o rei te deu ou pode sair por aí explorando um mundo feito um bobo alegre.

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O mundo de Oblivion é aberto e totalmente explorável, com várias cidades, cavernas, fortalezas e etc. Aqui tu tem liberdade total para fazer o que quiser e quando quiser. E diferentemente da maioria dos jogos de mundo aberto, aqui tu realmente tem bastante coisa pra fazer. Tu pode ser filiar a alguma guilda e fazer missões para subir nos rankings, pode lutar na arena imperial, pode roubar casas, pode andar à cavalo por aí, pode comprar uma casa e mobiliar, pode dar a bunda, ops, isso não pode não. As possibilidades são infinitas.

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Aliás, também é importante ressaltar que o mundo é lindo, já que os gráficos de Oblivion são muito bons, principalmente nos cenários. Já os personagens são meio feios, não que sejam mal-modelados, é que eles são feios mesmo ¬¬.

A trilha-sonora é exclente (apesar do tema principal ser chupinhado de Piratas do Caribe ¬¬) e ajuda a manter a atmosfera de épico medieval.

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Outra coisa impressionante em Oblivion é a inteligência artificial dos NPCs, praticamente tudo que tu faz influência no que eles pensam sobre o teu personagem. Aliás, tu também pode tentar manipular os NPCs e até mesmo subornar para eles gostarem de ti.

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Conversando com um proxeneta. Perceba que não existe a opção de ofendê-lo quanto à sua sexualidade.

Mas pra mim o ponto mais interessante do jogo é o desenvolvimento do personagem. Ao invés de ir acumulando XP e passando de level automaticamente, o personagem se desenvolve à medida em que usa as skills. Por exemplo, quando tu usa bastante a espada, o level da tua skill em Blades aumenta, quando usa bastante escudo, o level da tua skill em Block aumenta, quando dá bastante a bunda, o level da tua skill em Max-Carnageza aumenta, e assim por diante. São 21 skills, 7 major (definidas pela classe) e 14 minor. Cada vez que tu aumenta 10 pontos entre as major skills, o teu personagem sobe de level e pode aumentar o nivel de 3 dos atributos do personagem.

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Oblivion também é abundante em itens e magias. Tu pode pegar praticamente qualquer coisa que tu vê no cenário e socar no bolso. Claro que a maioria dessas coisas são inúteis, mas a quantidade de armas, escudos, armaduras e outros itens úteis também é enorme.

A jogabilidade é em primeira pessoa e tem uma mecânica de combate interessante. Se tu sair atacando feito uma maluco, vai tomar no cu em dois tempos. Tu tem que saber quando atacar e quando defender. Existe também a possibilidade de jogar em terceira pessoa, mas eu não recomendo porque… é uma merda. Não sei nem como explicar direito, é simplesmente uma merda. Daquelas bem mole, sabe? Ah, deixa pra lá…

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Enfim, Oblivion é daqueles RPGs que duram horas e horas mesmo se tu não seguir a história principal e pode-se descobrir coisas novas a cada novo jogo que se inicia. Sem dúvidas um dos melhores RPGs dessa geração e quiçá de todos os tempos!

Gráficos star-color1star-color1star-color1star-color1star-grey1
OST star-color1star-color1star-color1star-color1star-color1
Jogabilidade star-color1star-color1star-color1star-color1star-grey1
Gameplay star-color1star-color1star-color1star-color1star-color1
Diversão star-color1star-color1star-color1star-color1star-color1
Geral star-color1star-color1star-color1star-color1star-half

6 Responses to Análise: The Elder Scrolls IV: Oblivion (Xbox 360)

  1. JT disse:

    Em todo lugar leio coisas super positivas sobre esse game.
    É um game que terei assim que pegar um next-gen :D

  2. diegobatera disse:

    sou LOUCO pra jogar um rpg free-environment como esse, e o Infinity Undiscovery (ou algo assim)

  3. Detto disse:

    Poxa, o site tem potencial, mas seria mill vezes melhor sem tanta piadinha de sexo >.>
    As vezes enjoa saca.

  4. liacanos disse:

    cara eu jogue os 3 andes dese é muito loko o morrowind é esse são os mais lokos de de todos (a serie comple são 6)a imagem das paisagem sao bem elaboradas dos 2 so que a coisa + devisio do morrowind é que pra fechar sao as arma amaldisoadas quanto tu usa elas tu perde vida e é o unico jeito fechar o jogo

  5. ciro disse:

    CARALHO o primeiro site q eu ouvir falar q “O TERCEIRA PESSOA É UM LIXO”
    fiquei putu pq esse jogo tem um terceira pessoa tão ruim o cara fica deslizando mais q a pqp!!

    Tava de saco cheio o xbox ta cheio de jogo em primeira pessoa de tiro porra rpg espada tem q ser terceira pessoa pqp essa pra mim foi a maio merda do jogo o resto é bom a historia massa aconselho a sair fazendo as outras quest, e pa mt bom!

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