WTF Análise: Alex Kidd BMX Trial (Master System)

Game: Alex Kidd BMX Trial
Plataforma: Master System
Gênero: Bicicletinha
Ano: 1987
Produtora: Sega (sob o efeito de DORGAS)

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A Sega seguiu a sua patética estratégia de enfiar o Alex Kidd em qualquer merda de jogo durante toda a década de 80, até que nos anos 90 ela enfiou ele no cu. Em 87 foi a vez do orelhudo Videl-cover andar de bicicletinha! Essa buçanha foi lançada apenas no Japão e o cartucho acompanhava uma espécie de “controle-guidon”.

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WTF Análise: Alex Kidd: High-Tech World (Master System)

Game: Alex Kidd: High-Tech World
Plataforma: Master System
Gênero: Aventurinha
Ano: 1989
Produtora: Sega

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O ACTION ali no canto é pegadovsky do Mallandrovsky

Era fim dos anos 80 e a Sega enfiava o Alex Kidd em tudo quanto é merda de jogo pra ver se ele fazia sucesso. Não é a toa que acabaram tendo que inventar o Sonic…

Esse jogo aqui na verdade era Anmitsu Hime: From Amakara Castle, um adventurezinho japonês rôlanabunda. Aí a Sega enfiou o Alex Kidd e transformou em Alex Kidd: High-Tech World, que de high-tech não tem nada!

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Análise: Alex Kidd in Shinobi World

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Nome: Alex Kidd in Shinobi World

Sistema: Master System

Gênero: Aventurinha com espadinhas

Ano: 1990

Saves: No

Produtora: Seeeeeeeeegaaaaaaa !

Jogadores: 1

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Análises: Alex Kidd in Miracle World (master system)

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Game: Alex Kidd in Miracle World

Plataforma: Sega Master System

Gênero: Aventurinha

Ano: 1986

Save: Não

Produtora: SEGA

Jogadores: 1

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Em 1986 nasce um menino muito carismático, cabeçudo e com orelhas de abano que gerou varios fãs pelo mundo à fora Leia mais deste post

WTF: Inovação: passo à frente ou ré no kibe?

Passei grande parte do último feriadão jogando Ninja Blade, jogo lançado mês passado exclusivamente para Xbox 360, e tenho que dizer que é tão foda e me viciou tanto a ponto de me fazer deixar de lado jogos como Resident Evil 5 e Street Fighter IV.

Pois grande foi a minha surpresa ao abrir a página do Ninja Blade no Metacritic e ver que ele ficou com média de 68! Para efeito de comparação, 50 Cent: Blood on the Sand (50 CENT!), lançado recentemente também, tem média de 71. Ninja Blade é pior que 50 Cent?! Que merda é essa? É quase como dizer que a Preta Gil é mais gostosa que a Sabrina Sato!

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Não fode, né!

Foi analisando os motivos da crítica para as notas baixas de Ninja Blade que cheguei ao tema do post de hoje. A grande maioria disse que Ninja Blade é uma cópia de jogos como Ninja Gaiden e God of War, não trazendo nada de novo ao gênero. Mas peraê caralho! O jogo é bom, mas perdeu uns 3 pontos na nota só por não ser inovador?! O que esses “profissionais” não percebem, é que quando fazem atrocidades como essa resenham games dessa maneira, cometem 2 erros gravíssimos:

1 – Pressupõem que o leitor jogou todos os jogos anteriores ao jogo resenhado e não tem vontade nenhuma de jogar nada parecido. No caso supracitado, consideraram que todo mundo já jogou Ninja Gaiden, God of War e todos os outros hack n’ slash a ponto de não aguentar mais.

2 – Quando é o caso de um sequência (reforma ortográfica filha da puta), dão as vezes a falsa impressão do jogo original ser melhor. Por exemplo: quem jogou Gear of War 1 e 2 sabe que o 2º superou o 1º em tudo. Entretanto, Gears 1 atingiu 94 no Metacritic e Gears 2 93, levando quem não jogou a crer que ou são equivalentes, ou o 1º é melhor. Antes que algum guri de prédio venha dizer que “eu só me importo com gráficos” ou alguma merda assim, já aviso que em alguns casos o original pode sim ser melhor que a sequência.

O que esses mentecaptos não entendem é que quando analisam um jogo, eles devem analisar… o JOGO, e não sua importância para a indústria e qualquer outra viadagem do tipo. Um jogo pode ser ótimo mesmo sem revolucionar o mundo dos games.

O pior de tudo, é que essa massificação ideológica provinda da crítica gerou um tipo de idiota que nesse texto chamarei de inovista. Inovistas são gamers anencefalos que não foram devidamente abortados durante o parto e acham que o quesito principal para um jogo ser bom é a inovação. Ou seja, são uns filhos da puta.

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Ronaldo.

É bem capaz de vários inovistas estarem lendo isto agora e pensado “putz mey, jogo bom tem ke çer inovador mesmo!!11!QUINZE!!”. Chupem a minha pica Vejamos um exemplo prático:

Hey You, Pikachu! era um jogo de Nintendo 64 em que o jogador dava ordens para o Pikachu usando um microfone. Inovador? Sem dúvidas. Bom jogo? Não, uma merda!

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"Pikachu, put Diglett in your ass, faggot!"

Conclusão Lógica:
Nem toda inovação é benéfica.

Inovações boas são aquelas que acrescentam algo à indústria dos games e que acabam sendo agregadas por jogos posteriores. GTA III por exemplo, foi um jogo inovador no bom sentido, pois seu conceito de liberdade hoje em dia é implementado em vários outros jogos, inclusive de vários outros gêneros. Outro exemplo é a câmera por trás do ombro de Resident Evil 4 que se tornou padrão praticamente em jogos de tiro em terceira pessoa.

Mas mesmo essas inovações não podem ser consideradas pressupostos para um jogo ser bom. Na hora de considerar o jogo um clássico, um marco, aí sim faz sentido.

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"68 é o caralho!"

Portanto jornalistazinhos de merda de IGN, Gamespot e similares que não entendem merda nenhuma de português e nunca visitarão esse blog: Tomem no cu! Analisem os jogos pelo que são e não pelo importância que ele tem ou deveria ter.

Análise: Pokémon Yellow (Game Boy)

Game: Pokémon Yellow Version – Special Pikachu Edition
Plataforma: Game Boy
Gênero: RPG
Ano: 1998
Produtora: Game Freak/Nintendo

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Pokemon Yellow. O jogo do “Pikachu fora da bola”, o game que popularizou de vez os RPGs dos Pokemons e transformou a franquia na segunda de maor sucesso da Nintendo.

Esse game é compatível com os primeiros da série, Red e Blue, os cartuchinhos que viraram febre em todo canto do planeta. As diferenças dessa versão “especial” para as outras duas são poucas, mas suficientes para tornar esse o game que mais se assemelha ao desenho exibido na televisão.

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Análise: Mighty Morphin Power Rangers the Movie (SNES)

Game: Mighty Morphin Power Rangers – The Movie
Plataforma: Super Nintendo
Gênero: Briga de rua
Ano: 1995
Produtora: Bandai
Jogadores: 1-2
Save: Não

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