Clássicos até o Fim: Phantasy Star IV (6)

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Postado por Jack T (JT)

O labirinto até Tonoe não tem nada de tão complicado. Acho que o carinha na cidade tava a fim de me por medo, sei lá.
Algumas passagens são óbvias, outras não levam a nada à não ser fontes de água.
Nas batalhas dali consegui ganhar uma nova skill pro Chaz, Crosscut (ou corte-cruz, nesta versão traduzida).

Tonoe

Chegando em Tonoe, de cara já percebo que os habitantes não são humanos.
Parecem uma espécie de EWOKS, sei lá. Ainda bem que pelo menos falam minha língua…
Enfim, um deles, ainda pequeno, me diz pra ir conversar com um tal de Vovô Dorin sobre o tal Ashline.
Deve ser o líder da aldeia.

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_028Na parte direita da cidade, temos uma espécie de feirinha.
Algumas pessoas estranham nossa presença, são até sem educação.
Outras estão dispostas a vender itens, compro algumas peças novas, como armaduras e alguns itens.
Na parte de cima, uma nova espada e retalhadores de titânio esperam por Chaz e Alys.
Acabo por descobrir que Tonoe é famosa por suas peças fabricadas à partir do titânio, por isso tantas armas e armaduras feitas com esse material nas lojas…
Enfim, depois das compras, vamos atrás do tal Vovô Dorin.

Vovô Dorin é um velhote bem safado que costuma VENDER informações.
Quando indagado, pergunta sobre o que queremos saber: sobre a fonte de titânio, ele diz que é um segredo…hunf.
O por que da aldeia estar fechada por aquela rocha é para evitar a entrada de Zio, já a terceira pergunta é uma das melhores: as medidas de uma guerreira chamada Alys…
Quando o velhote começa a falar as medidas, Alys parte pra cima do velhote sem dó.

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_031
Vovô Dorin, que está mais pra Mestre Kame, então, chama pela ajuda de Rune, que intervém e consegue controlar a fúria de Alys.
Ele aproveita e explica toda situação: Rune está atrás de um item misterioso que deixou guardado com o velhote.
Ela ainda revela que estamos todos atrás do tal Ashline e se ele pode nos ajudar.
Dorin diz que o Ashline está no porão do armazém abandonado da cidade, mas, como é perigoso ir até lá, ele envia Gryz pra nos ajudar.

essa é a hora que Gryz entra pro meu time

essa é a hora que Gryz entra pro meu time

Perigoso é sair falando as medidas de uma moça CALMA como Alys pra todo mundo que chega na cidade, velho fdp. Rune resolve seguir com Vovô Dorin para tratar de negócios pessoais, mas dá meio que um aviso à Chaz: “nem pense em desafiar Zio nas suas atuais condições”. Que meda!

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Enfim, com a ajuda de Gryz, seguimos pro tal armazém, que fica ao norte, dentro de Tonoe.
Gryz abre a tampa do porão e então descemos em busca do líquido pra salvar o povo de Zema e o Professor Holt.

No próximo capítulo, o maldito porão de Tonoe !

2 Responses to Clássicos até o Fim: Phantasy Star IV (6)

  1. Azrael_I disse:

    Hhuhauhauhauh! Pq sempre tem que ter um velho tarado nas histórias? Resposta: pra que a gente possa rir, heheheh!

    O porquê do povo de Tonoe não gostar da presença do grupo de Alys é explicado no primeiro e no segundo jogo(mas não lembro se mais pra frente no PS4 explica): o povo de Tonoe pertence a uma raça nativa do planeta Motávia, enquanto que Alys, Chaz e todos os que têm aparência humana são do planeta Palma(o que explodiu no PS2). Os palmianos são muito mal vistos pelos nativos de Motávia e Dezoris por causa dos anos em que exploraram as riquezas naturais dos dois planetas, por causa do rolo que aconteceu com o Cérebro-Mãe(em PS2) e também pela destruição de Palma. Sem contar que os palmianos ainda por cima haviam ficado muito esnobes e isolacionistas(antes da destruição de Palma); de fato, em PS2, vemos poucos membros da raça de Griz, andando em poucas cidades de Motávia(ao contrário de PS1, em que vemos essa raça por toda parte, mas morando como nômades no imenso deserto motaviano), o que sugere que a raça deles pode ter sido quase extinta(na minha opinião, devido às mudanças climáticas que ocorreram em Motávia).

    • JT disse:

      Você tem razão.
      Os motavianos eram em número bastante maior em PS1, lembro até de conversar com eles durante batalhas hehehe.
      Muito bem lembrado Azrael.

      Considero PSTAR 4 um marco na história gamística, aliás, toda a franquia PSTAR até esse capítulo merecia virar filme de ficção científica, tamanha a qualidade da história.

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