Análise: Gyromancer (PC/XBLA)

Apresento aos amiguinhos, meu mais novo vicio…

Gyromancer é uma mistura de puzzle com RPG que nasceu de uma parceria estranha, a gigante dos RPGs Square-Enix com o rei dos web-casuais PopCap. O resultado é um Puzzle com elementos de RPG, uma linda artwork e trilha sonora típica.

Todo RPG precisa de uma história envolvente, pontos de experiência para acumular, um vilão épico, encontros com personagens aliados e poderes especiais. Gyromancer faz a lição de casa quando te coloca na pele de Rivel, um summoner de monstros que tem a missão de derrotar o vilão Qraist e seus capangas. Explorando a floresta de Aldemona, Rivel encontrará novos monstros para invocar (50 no total), aliados para atrapalhar ajudar e muita confusão.

As pedras coloridas ta área de “combate” serão logo reconhecidas por quem já gastou horas com clássicos da PopCap como Bejeweled e Befeweled Twist, o toque da Square está na arte, nos “limit-breakers”, no ato de invocar criaturas e até na moeda corrente do game, o famoso Gil, alguns nomes de personagens também serão familiar.

Na hora do quebra pau, o negócio é juntar 3 ou mais pedras de uma mesma cor, em linha, acumulando com isso poder para executar ataques especiais nos inimigos. Rivel pode acumular até 50 bestas, mas só carrega 3 em cada passeio pela floresta, então escolha sabiamente, pois cada monstro tem um elemento, que pode te dar vantagem ou desvantagem sobre um inimigo, tipo como se fossem pokemons, saca?

Diferente do popular “Puzzle Quest”, os inimigos não interferem diretamente nas pedras, ou seja, eles não movem nada, é como se você estivesse jogando sozinho contra você mesmo… deixe-me explicar melhor: Em Puzzle Quest, um erro seu poderia ser aproveitado pelo inimigo e usado para atacar você, o jogo é muito mais focado em você fazer o inimigo fazer uma burrice. Em Gyromancer, o inimigo lança uma pedra “podre” com um temporizador, você terá aproximadamente 5 jogadas para neutralizar a pedra inimiga.

O movimento das pedras acontece através de um “gyro”, que pega grupos de 4 pedras as desloca no sentido horário, um item chamado de “Magic Mirror” te dá um movimento no sentido contrário, útil para fugir de armadilhas ou completar um combo. Detonando pedras, acumula-se poder, acumulando poder, surgem pedras especiais que, quando destruídas, atacam o inimigo. Cada monstro pode ter até 3 ataques diferentes.

Assim como em Puzzle Quest, Gyromancer tem uma história correndo por trás disso tudo, a principal diferença é que não existem equipamentos para o herói, aliás ele nem participa das batalhas, salvos alguns puzzles pelo caminho. Mesmo assim, a belíssima arte do jogo e a envolvente trilha sonora dão um toque especial.

Sobre Matt
Em 2003 inventou de criar um fotolog de mini-resenhas de arcade (/pushstart) e acabou conhecendo um bando de problemáticos que gerou uma zine (OGZ), um blog de resnhas (FTW) e agora a fusão dos dois (OGZFTW).

2 Responses to Análise: Gyromancer (PC/XBLA)

  1. Cosmão disse:

    Ri do Leila Lopes nas tags uaehuaeheuheuaeh !
    Não sabia que tinha pra XBLA, vou ver se acho por aí !

  2. jdarshcosta disse:

    Só não gostei de uma coisa…
    Não tem opção de multiplayer!! =P

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