Análise: Castlevania II – Simão’s Quest (NES)

Game: Castlevania II – Simão’s Quest
Plataforma: NES
Gênero: Plataforma
Ano: 1988
Produtora: Konami

Que que o He-man tá fazendo nessa porra?!

Continuando a saga “Conhecendo Castlevania 20 anos depois”, comecei a me lembrar porque nunca curti essa série. Eu já não tinha ido muito com a cara do primeiro, mas esse aqui se superou. Puta joguinho escroto!

Começando pela história. A história do primeiro jogo era a seguinte: o Drácula aparece a cada 100 pra tocar o terror e cada vez um Belmont manda ele devolta pro Cão. Então o que raios o Simão tá fazendo nessa merda de novo?! Isso me levou à 3 opções: a) o Drácula não morreu no primeiro jogo (já que não zerei, então não sei como termina); b) o Drácula não aparece nesse jogo, opção que logo descartei por causa da capa; e c) fuderam com a história toda. Não tava afim de pesquisar, então foda-se.

Logo de cara apareceu um velho filho da puta pra me atacar. Bati pra caralho, mas o lazarento não morria! Até que ele encostou em mim e…

… percebi que ele não era inimigo. O brother falou que a primeira coisa que eu tinha que fazer na cidade era comprar uma porra dum cristal branco. Percebi então que esse jogo tinha se tornado um plataforma Wonder-boylesco, parecido com Zelda 2. Em vários quesitos inclusive. São 2 jogos que o original fez sucesso e resolveram mudar a fórmula na sequencia, tornando o que já era meia-boca num tremendo lixo.

Outra coisa que eu percebi é que o protagonista desse jogo é na verdade o Grande Sayaman:

Perambulei pela cidade feito uma babaca procurando a porra do cristal branco. Não achei porra nenhuma e de repente…

FFFFFFFFUUUUUUUUUU- ! A cidade se encheu de bichos fdps. Já que eu não tinha achado a merda do cristal mesmo, resolvi fugir da cidade. Após matar uns lobos escrotos, me deparei com um local mais filho da puta ainda:

Diversos holes of doom e com aqueles bichos fdp que cospem baguinhas do Megaman. Morri, evidente. E cansei dessa merda de jogo. A jogabilidade continua a mesma coisa lerda com o chicotinho fdp. Os gráficos melhoraram, mas as músicas pioraram. E transformar essa porra num pseudo-rpg foi um ideia extremamente infeliz e mal executada. Pau no cu da Konami por ter feito essa merda de jogo!

5 Responses to Análise: Castlevania II – Simão’s Quest (NES)

  1. Cosmão disse:

    Jogo medíocre que só Nintendista acostumado com lixo aprova.
    falomermo.com.br !

  2. Alexandre disse:

    Esse segundo jogo é considerado por muitos como o pior da franquia. Prefiro o primeiro.

    Alías, ver essa análise me lembrou que eu nunca passei nenhuma fase desse jogo. Talvez seja hora de dar mais uma chance pra ele.

  3. Matt disse:

    Eu NUNCA joguei esse jogo… nem sequer tive coragem de abrir a rom

  4. Raphael Belmont disse:

    Não importa o que digam sobre este jogo ou o quanto o defendam, pra mim sempre vai ser uma merda.

    Castlevania é minha franquia preferida, mas esse jogo… pqp, é muito ruim. Pelo menos as musicas se salvam.

  5. Pingback: O primeiro é bom! Mas a continuação… « Old Games Zine

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