Clássicos até o Fim: Alundra [1]

Já faz um tempinho que penso em escrever algo sobre esse jogo. Mas não queria ficar numa simples análise superficial, porque tal jogo merece algo grandioso. Na verdade, só não o fiz ainda por questões de tempo, mas agora, nas férias, aproveitei pra dar o pontapé inicial nessa jornada única.
Alguns devem conhecer Alundra. Outros só devem saber por nome, já que o jogo é bastante comparado à Zelda, chegando alguns a dizer o pecado dele ser apenas um clone mal feito. Engana-se redondamente quem pensa dessa forma…
Claro, os dois jogos tem defeitos, tem qualidades e ninguém vai ficar comparando um com o outro. Só que Alundra sempre foi subestimado pela maioria do público, justamente por ter um estilo que lembra muito os grandes jogos da série Zelda.
Mas chega de blá blá blá, agora que já sabem que jogo vamos destrinchar, é hora de começar mais um Clássicos até o Fim!!!

Ao colocar o jogo, uma abertura bem bacana em anime começa, mostrando um personagem em diversas ocasiões do jogo. Isso é apenas um aperitivo, já que quase nada da história é mostrado na abertura.A história do jogo realmente começa num navio que, enfrentando uma enorme tempestade, acaba por naufragar em meio ao oceano. Alundra está no navio. Ou seja, VOCÊ está no navio. Melhor dizendo, EU estou no navio! Aqui não há muito o que se fazer além de se acostumar com os controles e procurar o capitão para dar andamento na história. Ao final de tudo isso, Alundra se deita na cama para esperar a chegada e acaba tendo um sonho muito estranho..
Uma entidada chamada Lars o chama de Releaser e pede para vá até a vila de Inoa. Ele se diz ser um dos guardiões do Selo…Parece que um demônio resolveu ressurgir em um enorme lago ao norte e somente Alundra poderá derrotá-lo. Nesse momento, surgem imagens de um vilarejo, várias pessoas, um local bem tranquilo, mesmo a música sendo meio macabra…Melzas, que parece ser o tal capetão, aparece! Ele faz suas zombarias sobre um pobre ser humano se achando forte o suficiente para enfrentá-lo e some em seguida. Alundra acorda e todo o navio está sacudindo…

rapaz CABULOSO esse, não ?

rapaz CABULOSO esse, não ?

É, a tempestade acaba por destruir o navio de Merrick, o capitão. A única coisa que acontece em seguir é Alundra aparecer caído na praia, nas redondezas de um vilarejo.

*GASP GASP*

*GASP GASP*

Se mostrando bastante hospitaleiro, um homem acaba por encontrá-lo e lhe dá abrigo em sua casa, até pelo menos recobrar as forças…Seu nome é Jess e ele ganha a vida fabricando e consertando armas. Jess oferece sua casa para que Alundra se hospede o quanto precisar.

Assim começa o jogo, meio tímido, mostrando poucos personagens, mas ao desenrolar a coisa fica muito intensa e bacana. Continuemos então..

A primeira coisa que se nota logo de cara é que o jogo parece ter uma ótima profundidade. Ao pausar, temos um menu com a única arma disponível, além de espaços para itens e novas armas. Eu gosto quando inicio um game dessa forma. Ao sair da casa de Jess, uma moça chamada Sybill aparece correndo pra me dizer que teve um sonho comigo….e que eu vim para salvá-los…..eu hein?
Bom, explorando um pouco a vila, descobri uma loja de itens logo abaixo da casa de Jess. Alguns itens como as herbs, potions e um magic elixir estão à venda. Os dois primeiros recuperam HP e o segundo, óbviamente, MP. Bacana, terei magias então…Há uma armadura que a moça da loja não vende por nada, diz ela que é uma herança de família……então por que deixar na loja?? Não faz sentido….Outro item curioso é o LIFE VESSEL, uma espécie de HEART no caso de Zelda, aumenta um ponto de energia, mas custa 500 gilder…Acho que vou ter que juntar uma graninha antes de voltar aqui…

droga, queria tanto essa armadura...

droga, queria tanto essa armadura...

Ao lado da loja, uma moça está em pé diante da porta da casa. Seu nome é Sierra e ela comenta pra eu não ter medo de Sybill (que é filha dela), pois ela vive tendo esses sonhos estranhos mesmo…
Na parte mais baixa da cidade, encontrei uma casa onde uma senhora chamada Myra me diz que faz 3 dias que Nadia está sem dormir…o povo daqui parece ter sérios problemas com o sono…Há uma saída da cidade ali embaixo, mas um homem chamado Kline me impede de sair, alegando estar consertando o portão…
Mais acima, Lutas comenta sobre o estado deplorável em que se encontra Wendell. Parece que o velhinho adormeceu e não acordou mais…Achei até uma vidente por aqui, talvez seja útil no futuro…
Na casa acima, achei o tal velhinho. Ele parece estar mal mesmo, deitado numa cama, onde seus netos estão preocupadíssimos…Pelo que deu a entender, o povo da cidade de Inoa anda sofrendo uma onda de pesadelos mortais. A pessoa dorme, começa a ter pesadelos e muitas vezes nunca mais acorda, se é que me entendem…
Ao me aproximar da cama, um de seus netos diz que somente Septimus pode ajudar e me pede para buscá-lo, já que ele mora ali perto. Septimus parece ser um cientista que estuda esses transtornos pelos quais o povo de Inoa passa. Ele se nega a ir até a casa de Wendell, com a desculpa de que não sabe o que fazer…Lamenta que, mesmo com seus anos de estudo, não consegue livrar Wendell dos pesadelos mortais…

Ao que resolvo sair da casa, ele me pede pra parar e repara em uma cicatriz na minha nuca….Septimus explica que, em um dos seus livros, uma antiga lenda diz que uma pessoa com tal cicatriz tem os poderes de entrar nos sonhos das pessoas. Septimus diz que nunca acreditou em tal lenda…..mas pede que eu vá visitar um local chamado Tarn, uma construção à direita da vila de Inoa. Amanhã vamos buscar respostas pra tudo isso!

9 Responses to Clássicos até o Fim: Alundra [1]

  1. VIDEL disse:

    jogo foda pra caralho cosmo, só me diga uma coisa, como vc ta fazendo pra tirar as screens? (jogando por emulador?)

  2. Jorge! disse:

    Fiquei curioso para jogar. ‘Bora procurar o jogo…

  3. Nesbitt disse:

    Cara, não curto muito esses lances de detonados , mas boa sorte aí com o Alundra!

    =P

  4. Luciano Veloso disse:

    Jogaço esse viu, eu e meu irmão zeramos inúmeras fezes.

  5. junior disse:

    ond eu consigo este jogo?

  6. Italo disse:

    Muito legal esse jogo! Zerei ele e eu recomendo! Tenho uma versão original dele, raridade kkk

  7. emerson vicente bezerra disse:

    meu primeiro jogo de rpg foi alundra tenha 18 anos na época hoje tenho 31 mais para me ele será sempre top . parabems pela sua publicação desse clássico mano

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