Publicado por: Matt | Dezembro 3, 2009

Análise: Gyromancer (PC/XBLA)

Apresento aos amiguinhos, meu mais novo vicio…

Gyromancer é uma mistura de puzzle com RPG que nasceu de uma parceria estranha, a gigante dos RPGs Square-Enix com o rei dos web-casuais PopCap. O resultado é um Puzzle com elementos de RPG, uma linda artwork e trilha sonora típica.

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Publicado por: colimar | Novembro 29, 2009

Rock Band Unplugged

A onda dos jogos musicais foi pra todos os lados e chegou até nos portáteis. Diferente de títulos anteriores como Beatmania e Pop n Music, porém, os instrumentos-acessórios são fundamentais pra que o jogo tenha alguma graça. Guitar Hero no Nintendo DS teve o seu e foi anunciado que o PSP ia receber um Rock Band, mas e agora? Instrumentos em miniatura?
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Publicado por: VIDEL | Novembro 28, 2009

WTF: FORRÓ HERO…. O.o

Conversando com minha amiga ela me mostra essa coisa…. fiquei até sem palavras…. olhem por vocês mesmo! Valeu Fêh pela foto!

EPIC FAIL?

Publicado por: Cosmão | Novembro 27, 2009

Games OLDbscuros: Adventures of Little Ralf (PSX)

Plataforma: Playstation
Gênero: Aventura
Jogadores: 1

pelado e fudido, que destino...Um dos raríssimos jogos clássicos 2D de plataforma que pintaram no PSX, Adventures of Little Ralf conta a história de Ralf, um garoto que vê de perto sua vila ser destruída por um demonho.
Como se não bastasse, sua mãe, tentando salvá-lo, acaba sendo raptada pelo demonho, que foge logo em seguida.
Um lendário espírito preso em uma espada aparece e concede à Ralf os poderes pra ele destruir o mal e salvar sua mãe.

 

Plataformas por todos os lados

Adventures of Little Ralf resume e exemplifica muito bem o que eram os clássicos jogos de plataforma da saudosa época do SNES e Mega Drive.
Controlando o herói, o jogador tem apenas 2 botões: ataque e salto, sendo possível carregar o ataque para desferir um golpe mais forte.
Itens estão espalhados por todas as fases, principalmente frutas, que concedem pontos. Atingindo uma certa quantidade de pontos, o jogador ganha vidas.
O game tem continues infinitos e certos checkpoints nas fases.
Alguns itens concedem energia e uma espada melhor, que inclusive atira bolas de fogo para ataques à distância.

Fases variadas

upgrades da espada por todos os cantos

As fases desse jogo são sempre temáticas e lineares: Ralf não para nem um segundo, os loadings entre as fases estão disfarçados, mas nada que comprometa a jogabilidade, basta ligar e jogar sem parar.
A trajetória do herói passa por cidades, esgotos, um deserto, pirâmides, florestas, enfim, tudo que existe nos clássicos games de aventura dos 16 bits.
Algumas fases tem passagens secretas e demandam tempo para serem completadas.
Dependendo da pontuação e do tempo gasto, pode-se quebrar recordes e ganhar mais vidas.

Colírio pros olhos

Adventures of Little Ralf tem gráficos belíssimos, usando e abusando dos efeitos que o PSX podia gerar na época.
Em certas ocasiões, lembra muito os efeitos de Alundra, outro clássico pro console.
Magias e ataques mais fortes possuem efeitos de transparência, assim como o fogo.
Os inimigos são bem caprichados e existem aos montes, todos bem posicionados pra atrapalhar a vida do jogador.
As músicas são belíssimas, coisa rara de se ver hoje em dia. Cada uma delas foi muito bem adaptada na fase e passa muita emoção na mesma.

Defeitos

Nem tudo são flores aqui, mas podem ter certeza: o jogo compensa.
A dificuldade é bem elevada nas fases adiantadas, e, pros que gostam de coletar tudo na fase, o desafio será grande.
Alguns itens estão muito bem escondidos em plataformas altíssimas.
Outro porém são os pulos de Ralf, bastante curtos na maioria das vezes.
Um pulo duplo aqui seria excelente.

Tirando esses pequenos poréns, o jogo brilha.
Gráficos, músicas, efeitos sonoros, carisma e o ar nostálgico valem muito a pena.
Quem sabe um dia esses grandes jogos 2D não voltem a imperar.

Pontos Positivos:
- gráficos e efeitos belíssimos;
- trilha sonora de primeira;
- nostalgia pura, evidenciando a qualidade dos jogos 2D como nenhum outro na época;

Pontos Negativos:
- pulos às vezes curtos demais, mortes desnecessárias;
– pouca variedade de armas;
– dificuldade alta nas fases adiantadas podem afastar os jogadores mais casuais;

NOTA FINAL: 9

Publicado por: VIDEL | Novembro 26, 2009

Games OLDbscuros: Violinist of Hameln (SNES)

Estreando a nova seção aqui no FTW, vou trazer pra vocês análises daqueles jogos bacaninhas mas pouco conhecidos, espero que gostem!

Game: Violinist of Hamelin (ハーメルンのバイオリン弾き, Hamerun no Baiorin Hiki)
Plataforma:  Super Nintendo (SNES)
Gênero:  Aventura
Lançamento:  1995
Produtora: Enix

O jogo é baseado no anime/manga de mesmo nome, mas ao contrario de vários games que você precisa conhecer o anime/manga ou saber japonês pro jogo se tornar mais interessante, esse game consegue alegrar até quem nem sabe da existencia da sua versão televisiva.

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Publicado por: Matt | Novembro 25, 2009

Traduções Tenebrosas: A Boy and His Blob (NES)

Game: Um Menino e seu Blob
Plataforma: Sistema Nintendo de Entretenimento
Gênero: Plataforma de visão lateral
Lançamento: 1989
Produtora: Absolute

Tenebrosamente Traduzido de: Flying Omelete

A Boy and His Blob pode muito bem ter sido uma das primeira “caça ao tesouro” de jogos. Nele, você joga como um garoto anônimo que tem a maioria dos companheiros incomum – uma forma de mudança de BLOB que adora balinhas. Sua missão é alimentar esta jellybeans blob, de modo que ele vai se transformar em diferentes formas para ajudá-lo a superar vários obstáculos The Game’s. A Boy and His Blob é parcialmente uma experiência de jogo original e interessante, e, parcialmente, um experimento em uma idéia.

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Publicado por: VIDEL | Novembro 20, 2009

Análise: Brave Fencer Musashi (playstation)

Game: Brave Fencer Musashi
Plataforma:  Playstation
Gênero:  Action RPG
Lançamento:  1998
Produtora: SQUARE

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Eis um jogo extremamente bem feito, uma verdadeira obra prima da Squaresoft feita para o playstation!

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Publicado por: Matt | Novembro 19, 2009

Traduções Tenebrosas: Black Belt (SMS)

Game: Faixa Preta
Plataforma: Sistema Mestre
Gênero: Briga de Rua
Lançamento: 1986
Produtora: Sega

Tenebrosamente Traduzido de: GameFAQs

Introdução

Este jogo foi originalmente Hokuto no Ken (Fist of the North Star) para SMS. Por alguma estranha razão eles tiveram que trazê-lo aqui. Esse foi o maior erro da história dos jogos de sempre.

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Publicado por: BigCareer | Novembro 15, 2009

Análise: Dragon Age: Origins (Xbox 360)

Game: Dragon Age: Origins
Plataforma: Xbox 360
Gênero: RPG dos bons
Ano: 2009
Produtora: Bioware

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Capa rox

Capa da edição de colecionador, ainda mais rox

Capa da edição de colecionador, ainda mais rox

Pra quem não conhece, a Bioware é a empresa que produziu os clássicos do RPGs ocidentais como Mass Effect, Star Wars: Knights of the Old Republic, Neverwinter Nights e o mais clássico de todos: Baldur’s Gate. Desde o ínicio da produção do game, em 2004 se não me engano, Dragon Age foi concebido com o sucessor espiritual da série Baldur’s Gate. Eu sempre achei essa parada de “sucessor espiritual” uma viadagem sem tamanho, pra mim ou é sequencia ou série nova. Mas de qualquer forma, se era pra ser o próximo Baldur’s Gate, não podeira deixar de ser fodao.

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Publicado por: Raphael Belmont | Novembro 12, 2009

WTF Análise: REIROM 2 – The Armageddon

Game: REIROM 2 – The Armageddon

Plataforma: PC

Gênero: Arte transcendental

Ano: 1999

Produtora: Fermacaco Inc.

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A capa do jogo: Um primor.

Cá estou eu, depois de muito tempo sem escrever. Eu estava com preguiça pra caralho de férias nas Ilhas Galáctas, e por isso sumi por um longo tempo deste noblário Blog. Sentiram falta do seu BitBoy favorito? É, eu sei que não.

E eu voltei em grande estilo. Hoje seus olhos testemunharão a beleza, a profundidade e a poesia que só uma verdadeira obra de arte consegue proporcionar. Seus corações baterão mais forte e seus olhos se encherão de lágrimas. A emoção tomará conta de você.

Contemplem mais um jogo dedicado à ele, o santo protetor deste site e patrono da emulação brasileira: REIROM.

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Eis que surge uma nova coluna no FTW. “Traduções Tenebrosas” nada mais é do que a tradução (duh) de uma resenha gringa, realizada por algum tradutor de texto online. O resultado é, no mínimo, engraçado.

Game: Super Mario World 2: Yoshi’s Island
Plataforma: SNES
Gênero: Plataforma
Lançamento: 1995
Produtora: Nintendo

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Capinha convidativa e tela título, que muda de acordo com o jogo salvo

O que acontece quando você toma série da Nintendo, franquia, e dar um descanso para quatro anos? A resposta é simplesmente um dos melhores jogos 2-D de todos os tempos. Senhoras e Senhores Deputados, Island Super Mario World 2 Yoshi’s. Nintendo deu um passo radical com este jogo, optando por uma prequel, e um estilo diferente de jogo (mais sobre isso mais tarde). A linha de história vai como esta, Baby Mario e Baby Luigi estão a caminho de casa, entregue por uma cegonha nem menos, quando de repente, eles são atacados por principal vilão de The Game, Kamek, um assistente de Koopa. Kamek consegue snag bebê Luigi, mas Mario é enviado caindo para a terra … e pousa em Yoshi’s Island. De lá, os Yoshis encontrá-lo, e partiu em uma busca para encontrar seu irmão capturado, Luigi.

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Publicado por: BigCareer | Novembro 4, 2009

WTF Vídeo Análise: Confira o que há de novo no mundo dos games

Rapeize, essa Vídeo Análise será diferente. Não se trata de uma análise em vídeo, mas sim duma análise de um vídeo.

O vídeo em questão é uma reportagem ESCROTA da TV Record.

 

Eis o link: http://videos.r7.com/confira-o-que-ha-de-novo-no-mundo-dos-games/idmedia/eb4c04e82a416b1e845538926dee0927.html

 

O vídeo começa com o cara falando: “Um videogame japonês controlado só pelos movimentos do corpo promete revolucionar o mercado.”

Aí eles motram o tal videogame e percebemos que é o Project Natal da MICROSOFT.

Perceba que não satisfeitos, colocaram ali embaixo do vídeo também:

“Um videogame japonês controlado só pelos movimentos do corpo promete revolucionar o mercado.”

Tags: game, japonês, novidades

 

Depois a reporter fala “Esse é um videogame criado por uma empresa de computadores”

Não, de MICROONDAS!

 

Um pouco depois: “Foi lançado recentemente um jogo que mais parece uma produção cinematográfica, com direito a trilha sonora de suspense e personagens muito bem desenhados.”

Bem-vindos a 1995 e o lançamento do PS1 ¬¬

 

Em seguida: “O jogo começa com uma história”

CARALHO!! Inimaginável!

 

“O planeta Terra destruído, está sob ameaça de ocupação extra-terrestre e a humanidade agora tem que lutar para salvar seu mundo”

Parabéns, reduziu a história de Halo 3: ODST a Space Invaders…

 

“Nesse, jogo você é quem escolhe o modelo do carro e o trajeto a seguir!”

Top Gear, Gran Turismo, tudo ilusão na cabeça de vocês, Forza 3 (o 1 e o 2 também são ilusão) é o primeiro jogo a ter isso.

 

Depois mostraram a “incrível” expansão do mercado brasileiro que não merece ser comentada.

E o pior de tudo é que eles entrevistaram o gerente do MARKETING da Microsoft e não citaram o nome da empresa e de nenhum dos jogos. O brother já deve tá desempregado a essas alturas hahahah

 

Enfim, palmas para o STF que derrubou a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, bando de filho da puta!

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Publicado por: VIDEL | Novembro 4, 2009

Tirinha aleatória #1

Não sei como, quando e nem de onde tirei essa tirinha (ou salvei no pc).

O fato é que resolvi posta-lá, não sei quem é o autor da malandragem…. mas ficou legal!

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Em 1990, a Konami estava dominando o mundo dos arcades com o memorável beat’em up das Tartarugas Ninjas, o sucesso daquele game pode ser atribuído mais ao fato de permitir 4 jogadores simultâneos do que com aos próprios simpáticos personagens em si.

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Publicado por: Matt | Outubro 23, 2009

Análise: Contra (NES)

Game: Contra
Plataforma: NES
Gênero: Run n’ Gun
Lançamento: 1988
Produtora: Konami

Contra é um clássico supremo, praticamente criador de um gênero, que explodiu nos arcades em 1987 e foi lançado no Nintendinho no ano seguinte, com algumas diferenças.

Heróis genéricos de guerra na capinha... dizem que era o Stallone e o Schwarzenegger...

Heróis genéricos de guerra na capinha... dizem que era o Stallone e o Schwarzenegger...

Partindo do presuposto que você, caro leitor, desconhece o game em questão, vou explicar o que se trata. Contra é um jogo de “correr e atirar” onde você controla um carinha semi nu de calça azul chamado Bill Rizer que, junto com seu parceiro semi nu de calças vermelhas Lance Bean, sai para destruir uma organização alienígena chamada Red Falcon e impedir que a Terra seja invadida. Mas, espera aí… se a base alienigena está na Terra, não significa que o planeta não JÁ FOI INVADIDO..?

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Publicado por: VIDEL | Outubro 22, 2009

Análise: AWAY: Shuffle Dungeon (NDS)

Game:  AWAY: SHUFFLE DUNGEON
Plataforma: NINTENDO DS (NDS)
Gênero: ACTION RPG ou ADVENTURE RPG
Ano: 2008
Produtora:  MAJESCO

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Vim aqui nessas mal traçadas linhas citar esse jogo que me fez parar, temporariamente, de fazer minha monografia só para comentá-lo. Sei que atualmente os games de RPG só repetem as formulas antigas com poucas inovações, apesar desse game não ser propriamente um rpg (Assim como zelda tbm não é ) ele é um adventure/rpg/puzzle, falando a língua dos mortais, esse game é uma aventura com quebra cabeças, e vários elementos de RPG.

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Publicado por: Cosmão | Outubro 19, 2009

Clássicos até o Fim: Phantasy Star IV – FINAL !

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Por Cosmão

A cratera tem o sugestivo nome de O EXTREMO. Realmente, é diferente de tudo que já passei, sendo mais uma paisagem psicodélica do que qualquer outra coisa.
O labirinto é simples, poucos caminhos fechados, tudo com monstros da mais alta estirpe. Chegando no final, surge a lendária ESCURIDÃO PROFUNDA, um monstro enorme cheio de dentes e bocas….essa pelo menos era uma das formas que a criatura tomou.

Escuridão Profunda I

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_162

Fogo Sombrio tira de 300 à 400 HP de um único alvo e é, de longe, o pior ataque dela.
Vale a pena tentar fazer o Grand Cross (Grande Cruz) aqui, pois arranca quase 800 HP em um único ataque. Pra isso, basta misturar o Efess de Rune com o Cross Cut de Chaz.
A primeira forma é, de certa forma, simples. Agora vem algo mais complicado…

Escuridão Profunda II

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_201

O monstro agora se mutaciona e vira algo ainda mais bonito de se ver.
Distorção arranca quase 300 HP de todos, e aí a coisa começa a complicar. Tenha sempre Rika e Raja curando a galera com Nasar e abuse dos ataques de Rune, Chaz e Wren no monstro. Essa segunda forma pode usar o poder OUTROPRTAL também, matando instantâneamente quase todos.
Outro ataque acerta todos aqui é a Chuva de Luz: 200 HP +/- de dano em todos. Essa segunda forma usa diversas vezes esses ataques.

Escuridão Profunda III

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_205

Agora aparece uma forma de uma mulher com asas de ossos, bem pútrida mesmo. Essa é a última forma da Escuridão Profunda, portanto, espere ataques fortíssimos contra sua equipe.
Megid, se não matar, aleija metade do grupo, com quase 350 de danos. Aproveite pra reviver quem morreu e recuperar quem ficou aleijado. O problema dessa terceira e última forma é que ela apela geral com o Megid, e, perdendo Rika ou Raja, as coisas podem complicar de verdade.
A batalha não é fácil, venci ele no level 50 +/-, e só sobrou o Wren e o Chaz pra contar a história.

Final

Após a destruição da Escuridão Profunda, os heróis estão em apuros na dimensão criada pela mesma. Wren alerta pra uma distorção temporal. Neste momento, a Elsydeon se desfaz e envolve os personagens numa espécie de campo de força, protegendo-os do campo gravitacional formado.

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Pois é, conseguiram salvar Algol e saíram todos vivos daquele inferno.
Wren diz que as preparações pra partida estão concluídas. Raja e Kyra aproveitam a carona de Wren e partem pra Dezoris, agradecendo antes à Chaz pela viagem. Kyra pede à Chaz que visite Dezoris no futuro. Raja não perde a oportunidade de sacanear, dizendo que eles não tem uma nave e sacudir os braços não vai ajudar muito heheheh !
Demi parte junto com Wren para Zelan, numa missão de ajudar a manter as coisas em controle. E pensar que salvamos ela das garras de Zio em seu castelo…

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Chaz pergunta sobre Rika e Wren diz que ela já está na Landale e que dizer adeus deve ser muito difícil pra ela…Rika faz um cara de “fazer oquê…” e entra na nave, que parte logo em seguida. Rika ficou visivelmente triste por deixar Chaz em Motavia. Wren diz que ela é quem deve decidir seu destino, e que deseja que ela fique bem, apesar de tudo.

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Em terra, Gryz se despede dos outros dizendo que precisa voltar à Tonoe e Hahn retorna à Universidade. Hahn diz que foi um orgulho ter lutado ao lado de Chaz.
Por último, Rune também diz adeus. Ele diz que o inimigo foi derrotado, mas sua missão como Lutz deve continuar e que deve manter sua vigilância sobre Algol.

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Que coisa triste, cada um toma seu rumo e Chaz parece ficar sozinho, desta vez sem Alys, seu destino parecia estar sendo traçado como um caçador solitário em Motavia…
Neste momento, a Landale se aproxima e Rika salta dela pros braços de Chaz ! Ela decidiu ficar com Chaz em Motavia ! E assim, com essa cena, o jogo termina…

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Logo depois, surgem diversas telas mostrando os personagens, pra onde foram e o que estão fazendo:

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“A batalha terminou. Conseguimos nos libertar da terrível maldição ancestral. Para a alma daqueles que deram suas vidas por Algol, descansem em paz. De pessoa a pessoa, de era a era, enquanto durarem as memórias , não esqueceremos os sacrifícios que foram feitos.
O conflito milenar entre Luz e Trevas acabou, e a cortina se ergue para uma nova era…”

Os créditos sobem ao som da música de abertura.
E assim termina o Clássicos até o Fim: Phantasy Star IV. Espero que todos tenham gostado.

Esse jogo serve muito bem pra mostrar o potencial que a Sega tinha nas épocas do Master System e Mega Drive, e como desperdiçou tudo isso hoje em dia. Tanto é que, muita gente (incluindo eu, Orakio e toda uma galera) ainda sonha com um Phantasy Star V, contando a continuação da história, mostrando Chaz, Rika, Rune e cia em novas aventuras, pois eles criaram realmente personagens memoráveis, cultuados numa história profunda e bastante interessante.
Espero mesmo um dia ver um Phantasy Star V com todas as honras que merece, com um enredo de primeira, com 3, 4 ou mais planetas pra explorar, com o mesmo carisma de personagens como esse, com batalhas lindas e memoráveis contra chefes, com reviravoltas enormes de enredo que mexem tanto com os protagonistas como jogadores (conheço gente que chorou quando viu a morte da Alys pela primeira vez – eu incluso), com gráficos fenomenais, magias fodas e todo explendor que uma série como Phantasy Star merece.

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Ficam aqui as esperanças da Sega um dia reviver a franquia, mas com todo cuidado e carinho que ela merece.

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Cosmão !

Publicado por: Cosmão | Outubro 17, 2009

Clássicos até o Fim: Phantasy Star IV (32)

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Por Cosmão

Associação dos Caçadores de Aiedo / Opcional

Pois bem, estão todos empolgados pra batalha final, mas existem algumas coisas ainda pendentes. Rune diz que esta certamente é a própria Escuridão Profunda que finalmente conseguiu passar de lá pra cá e pretende destruir tudo. Chaz gostaria muito que todos fossem juntos, mas se lembra de quem eles tem apenas 5 anéis e, portanto, terão de escolher apenas um pra levar com eles. Escolhi o Raja, além de ter ótimos poderes de cura e defesa, tem alguns poderes excelente pra ataques. Fora o fato de ter duas pessoas que podem usar o NASAR.
Antes de partir pra essa missão, é hora de fazer algumas quests e garantir mais uns levels antes de qualquer batalha que possa vir. Lembram-se da cidade Aiedo e da Associação dos Caçadores ? Pois é, fiz só uma quest aqui, que foi destruir o verme de areia gigante, mas à essa altura do campeonato, todas as quests estão disponíveis!

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A primeira delas já foi resolvida, então, vou listar as outras aqui pra quem quiser seguir.

2 – Cachorrinho
Essa quest envolve um cãozinho perdido, Rocky, na cidade do Hahn, Krup. Mas como eu sei disso ? A moça do atendimento não menciona Krup, pois deve ter dado alguma zica na tradução que cortou a fala dela. Sei disso porque ficou enraizado na minha cabeça desde os 15 anos de idade, afinal, foram as primeiras quests que fiz num RPG na vida ! Só existe um cachorro no jogo todo, e ele ficava perto do riacho em Krup.
A casa dos donos do cachorro fica em Aiedo mesmo, mais à sudeste da Associação. Ali me relataram o problema, que logo foi resolvido. O cão não estava mais em Krup, havia subido até Monsen. Como um cãozinho daqueles enfrentou o terreno arenoso e esburacado de Motavia, saiu de Aiedo, foi para Krup e depois subiu tudo até Monsen (atravessando inclusive as areias onde somente o Land Rover passa), enfrentando toda a corja de monstros pelo caminho é um mistério.
O pior de tudo é que o maldito escapou denovo e fugiu para Termi. Cheguei lá e ele correu denovo, indo parar em…KRUP novamente!
Já estava ficando sem paciência, voltei à Aiedo e falei novamente com o dono do cachorro, que me falou que o fdp adora doces. Hm…em Aiedo mesmo eles vendem doces, a tal padaria fica nos arredores da cidade, é preciso dar a volta nos muros, ao norte, para achar. E, curiosamente: a maldita loja fica no SUBSOLO! Quem teria a maldita idéia de abrir uma padaria LONGE do grande centro de comércio e no SUBSOLO da cidade ?

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Enfim, comprei o tal bolinho e fui atrás do cachorro.

3 – Estudante perdida
O zelador dos dormitórios dos estudantes de Piata se deu por falta de uma das estudantes. Lá em Piata, ele me contou que a tal estudante ficou meio maluca por conta de uma religião e sumiu. Se bem me lembro, a única religião falada no jogo foi aquela imposta por Zio, inclusive com um templo enorme em Kadary.

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Encontrei a doida dentro do templo, ela voltou comigo, mas desmaiou no caminho de fome, pois não se alimentava fazia dias…Me pediram algo nutritivo pra dar à ela, comprei mais daqueles bolinhos e não adiantou, monomate, dimate e trimate também não….Fui até Termi, lá tem uma loja de souvenirs com alguns itens diferentes, comprei o tal Perolymate (bolo nutritivo, segundo o vendedor) e voltei pra Kadary. A moça se recuperou e fui buscar minha grana na Associação.

4 – Fissura do Medo

Um pedido desesperado de uma mãe, seu filho caiu num buraco. O único local que tem um buraco pra uma criança cair é em Monsen, a terra dos terremotos. Fui pra lá e achei a mulher desesperada, numa casinha acima da enorme rachadura no chão. A tal criança caiu ali, então, vamos resgatá-la. O labirinto é curto e tem inimigos simples, aquelas lesmas azuis e amarelas de sempre. O caminho pra achar a criança é pela direita, depois subindo. Uma lesma gigante havia ENGOLIDO o garoto.

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Batalha simples, dois turnos e tudo resolvido.

5 – Rastro Vital
Agora vem um pedido direto de Uzo: um pai desesperado pois suas duas filhas saíram do vilarejo e desapareceram. A recompensa é de 50.000 mesetas ! Uzo fica ao sul, é uma ilha isolada de tudo, portanto, temos que usar o Hydrofoil pra chegar lá. Saindo de Aiedo, basta seguir pra sudoeste pra achar Uzo. O pai das meninas pouco tá se importando, fazendo um papel de durão, então, a mãe delas contou que foi ela quem fez o pedido na Associação para que encontrassem as meninas.
Nas minhas andanças atrás do lazarento do cachorro da primeira quest, vi duas minas presas em Aiedo….Fui até a cadeia de Aiedo e eram mesmo as duas…compraram coisas demais e não puderam pagar o quarto onde estavam hospedadas, indo parar na cadeia logo em seguida. Mas o pior ainda estava por vir….tive que pagar a fiança das duas, senão nada de grana…e me custou exatamente….50.000 mesetas…¬¬ !

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Após pagar, o guarda liberou as duas e as levei pra Uzo. Voltei pra Aiedo pra receber a grana e até a atendente percebeu minha cara de “¬¬” !

6 – Garotinho
Os mais engraçadinhos diriam se tratar de uma missão para Michael Jackson ¬¬ ! Mas, na verdade, uma pessoa de TORINCO, outra cidade ao sul, numa ilhota, ao sul de Monsen. O filho dele adoeceu e ele não sabe mais o que fazer.
O filho do senhor Culvers tem um problema sério psicológico: ele já está curado de sua doença física, mas acredita que logo vai morrer. E não há o que tire isso de sua cabeça. O pai dele é bem específico: antigamente, eles faziam muitas viagens para Termi, onde seu filho adorava ir. Ele, então, pede pra comprar algum souvenir de lá pro filho, pra quem sabe ele se recuperar.

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O tal item que o garoto gostou foi da espada de Alis, Chaz até fez uma performance na frente dele e disse que todo poder e coragem da heroína estava naquela espada de plástico. O garotinho ficou feliz da vida e eu voltei pra Aiedo pra última das missões extras!

7 – Os Pássaros
A próxima missão é em Torinco também, onde um morador anda reclamando sobre uns pássaros bizarros estarem destruindo as plantações.
Fui falar com o carinha que reclamou e ele me pediu pra destruir o líder dos pássaros, que fica em uma caverna ali perto.
O tal pássaro é um Happy, uma espécie de monstro que vira e mexe aparece na série Phantasy Star. É um monstro quase inofensivo, o que achei estranho….destruí facilmente ele e o cara que me pediu o trabalho veio correndo, me impedir que o matasse.

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Aí ele contou a verdade: ele havia descoberto essa nova raça de pássaros e estava criando eles, mas, eles acabaram se multiplicando pela ilhota e começaram a atacar as plantações da cidade em busca de comida.
Na verdade, ele queria usar os caçadores como uma espécie de isca, pois acreditava que o líder dos pássaros pudesse nos derrotar e assim os moradores da cidade iriam deixar os pássaros conviverem ali de boa.
Bom, o pássaro chefe voou pra longe, o carinha nos enganou (por uma boa causa, mas enganou) e só me restou voltar à Aiedo.

O último trabalho, Soldado de Prata , não estava mais disponível. Dei uma pesquisada e descobri que esse trampo só poderia ser feito antes de pegar a espada Elsydeon. Enfim, era um trampo de exterminar uns robôs em Zema, perto do Vale do Nascimento.
Como já estou com o bucho cheio da grana e com alguma experiência extra, vou é partir pra tal cratera que ganho mais.

Publicado por: Cosmão | Outubro 16, 2009

Clássicos até o Fim: Phantasy Star IV (31)

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Por Cosmão

Continuando….Rika pergunta a Chaz o que farão agora…
Na verdade, Chaz está sentindo o peso de liderar o grupo de Protetores que estão na missão de salvar Algol. Logo ele, que aprendeu tudo que sabe com uma pessoa que morreu praticamente em seus braços…Rune diz que entende Chaz, e pede pra todos irmos até a Mansão dos Espers, pois lá encontraremos algumas respostas…
Ao chegar, fui direto pra casinha no meio, onde está aquele velho rabugento que só acata as ordens de Rune. Pois este mesmo chegou dizendo que iria tomar emprestado o salão do subsolo novamente, pois queria dar algo à Chaz. O velhote cisma e diz não acreditar em tais palavras. Rune diz que não existe outra possibilidade e o velho acaba cedendo. Lá embaixo, passamos reto pela Bola da Telepatia e entramos numa espécie de passagem secreta. Nela, Rune diz que uma espada chamada Elsydeon o espera. É a única espada capaz de destruir a Escuridão Profunda.
Meio temeroso, Chaz entra na salinha e tenho que seguir com ele pelos corredores de uma pequena passagem subterrânea até a tal espada. Chaz está sozinho, mas os inimigos aqui são poucos.
Chegando lá, a mesma estátua presente em tantos locais de Motavia e Dezoris está lá, empunhando uma enorme espada. É a estátua de Alis, a heroína sagrada e lendária.

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_065

Ao tocar a espada, uma voz surge e conversa com Chaz. É a voz de Alis Landale….Neste momento, Chaz vê em sua cabeça todas as lembranças dos Protetores passados, vê os guerreiros, os amigos, vê Alys….

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Alis explica que todos os pensamentos deles estão nessa espada, portanto, estão todos junto com Chaz à partir de agora. Chaz, tomado por um espírito esperançoso, resolve enfrentar seu destino e empunha a espada !

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_073

Do lado de fora, todos aguardavam ansiosos e Rune diz que realmente acertou no julgamento escolhendo Chaz como novo dono da Elsydeon.
Chaz diz que vai lutar por todos em Algol, e Rika e Rune dizem que vão conseguir destruir o mal e salvar o sistema todo. Nessa hora, Wren alerta pra alguma coisa acontecendo em Motavia. Demi entrou em contato e disse que algo catastrófico estava acontecendo por aquelas terras.

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_080

É hora de partir pra Motavia pra saber do que se trata. No caminho, mais precisamente quando estávamos quase subindo na Landale, Kyra e Raja surgiram e dizem que querem partir com Chaz. Foi só chegar em Motavia para ver Gryz, Demi e Hahn, que resolvem partir junto com Chaz também.
Demi informa que surgiu uma enorme cratera ao norte de Piata, ceifando toda forma de vida ali existente.

a galera toda reunida

a galera toda reunida

Essa parece ser uma das últimas etapas do jogo…

Publicado por: Cosmão | Outubro 15, 2009

Clássicos até o Fim: Phantasy Star IV (30)

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Por Cosmão

Ao retornar ao Templo do Silêncio, Le Roof nos parabeniza e começa ae explicar o que havia prometido…

“Há muitos bilhões de anos, uma forma de vida espiritual se dividiram em dois seres menores que eventualmente começaram a lutar entre si.
Depois de uma longa e terrível batalha, finalmente houve um vitorioso. O vencedor baniu a forma de vida inimiga para uma outra dimensão. Nós chamamos o lado vitorioso de ‘A Grande Luz‘ e o derrotado de ‘A Escuridão Profunda‘.
A Grande Luz temeu a ressurreição da Escuridão Profunda e colocou um selo no portal dimensional. Um selo gigantesco de três planetas e uma estrela fixa…Sim, o sistema solar Algol…
A Grande Luz também distribuiu os Protetores do selo entre as três tribos: os palmanos, motavianos e dezorianos. Mas haviam oscilações na resistência do selo. Uma vez a cada mil anos, sua resistência cairia drasticamente. Para se precaver durante o fenômeno, a Grande Luz criou Rykros, que retorna à Algol uma vez a cada mil anos e a mim, Le Roof. A Grande Luz sabia que, passando as gerações, os protetores iriam esquecer suas missões. Então Rykros foi designado para quebrar seu silêncio quando o momento final do selo chegasse, para relembrar os protetores sobre a missão para qual eles nasceram.
Com o passar do tempo, a Escuridão Profunda cultivando seu ódio e desejo de vingança. Uma vez a cada mil anos, quando o selo se fragilizava, a parte mais intensa do espírito cheio de ódio da Escuridão Profunda pode passar pelo portal e entrar em Algol em sua forma física. Toda vez que isso acontecia, uma corajosa pessoa derrotava a Força Negra e provocava um breve período de paz ao expulsá-la. Mas a Escuridão Profunda é muito paciente e finalmente destruiu o planeta Palma em batalha, fazendo com que parte do selo se desfizesse também. E agora, mil anos depois, a Escuridão Profunda está tentando quebrar totalmente o selo para finalmente ficar livre.”

Chaz pergunta se este é o momento final do selo e Le Roof responde que “talvez seja…”! E continua:

“a Escuridão Profunda irá outra vez usar seu poder assustador para quebrar definitivamente o selo, ou…alguém irá vencer a Escuridão Profunda e fará o selo não ter mais sentido algum.”

Chaz: “alguém como nós…”! Le Roof faz um alerta:

“Protetores, escutem cuidadosamente: se a Escuridão Escapar, o selo, aliás, o sitema solar Algol, será totalmente destruído. A única maneira de evitar isso é ir até a Escuridão Profunda, entrar em sua dimensão e então destruí-la. Enquanto vocês tiverem esses Anéis de Estrelas, você poderão resistir a maior parte do poder da Escuridão Profunda. Portanto, chegou o momento. Obedeça a ordem da Grande Luz e ataquem a Escuridão Profunda. Esta é a missão que você, Protetores, nasceram para cumprir.”

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_047

Chaz se revoltou:

“QUEM VOCÊ PENSA QUE NÓS SOMOS ? Eu fiquei escutando pacientemente e você continua falando sobre essa missão! Eu não vou lutar por missão nenhuma! E enfim, onde está essa Grande Luz agora ? O que ela está fazendo ?”

Le Roof explica:“A Grande Luz não está mais nesta galáxia, ela foi para muito longe.

Chaz se revolta mais: “Então você quer dizer que ela deixou essas missões e depois foi embora para outro lugar? Dá um tempo! Missões, Protetores, quem diabos se importa com isso ? Isso não tem nada a ver conosco. Sem chance de eu ir lutar por alguém assim. Eu vou viver minha vida e tomar minhas próprias decisões…

Phantasy Star 4 - The End of the Millenium (PORTUGUES)_054

O pessoal se compadece com Chaz e vai atrás dele.
Le Roof continua: “Chaz Ashley…você pisou em Rykros…você precisa se apressar…qualquer que seja o caminho escolhido…”
Amanhã saberemos da real decisão de Chaz…

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